CopiaMax
   
   
  Última atualização   23 de agosto de 2019 | 20:56:55
Contato

Resista se for Capaz - Caixeiro do Riso faz show na Urca dia 17


Incluída em: 11/11/2012 | 18:06


O Caixeiro do Riso – Resista se for capaz. Neste show de humor solo o ator e autor Giovani Braz (SBT-PRAÇA É NOSSA) interpreta cinco personagens hilários e surpreende com sua agilidade e talento de mudar radicalmente de expressão e voz. Com humor inteligente, abre o show no formato stand up de cara limpa, improvisando piadas, brincadeiras e perguntando o tipo de show que o público prefere (ligth, médio ou tudo liberado). Este espetáculo contagia o público e os leva ao delírio de tantas gargalhadas. Além de uma reflexão motivacional que geralmente é aplaudida de pé. Humor, imitações, improvisos, stand up, interatividade, motivação, musica e acima de tudo talento, mostra o porquê este espetáculo é sucesso por onde passa.

 

 

Um pouco sobre Giovani Braz

 

GIOVANI BRAZ PRODUÇÕES ARTISTÍCAS- Nascido em 1976, ator e produtor desde 1995 vem construindo ao longo dos anos uma carreira de sucesso. Estreou no teatro na cidade de Poços de Caldas-MG, atuou em vários comerciais de TV, escreveu dois shows de humor Musikiriso e o Caixeiro do Riso, este último sucesso de público e críticas. Já artista conceituado no sul de Minas Gerais e profissional da área foi convidado a fazer parte do programa A Praça é Nossa-SBT em 2003. 

 

Desde então foi destaque em várias chamadas e pico de audiência por diversas vezes interpretando o Caixeiro do Riso, um viajante contador de causos, o Chefinho do quadro “Tadinha seu Menezes” e atualmente o bêbado Saideira.

 

Devido ao sucesso alcançado, o artista produziu um programa de TV em 2004, veiculado na Rede Minas – TV Poços, tornou-se líder de audiência e hoje abre espaço no seu programa para novos atores, atrizes, cantores, poetas, redatores.

 

Realizou nos últimos anos apresentações em vários estados do país para um publico médio de 600 pessoas perfazendo um total de 500.000 espectadores e obteve em 97% de pesquisas realizadas nos espetáculos o conceito ótimo.

 

Evidenciado como a nova revelação do humor no Brasil. Foi contratado por (Bayer S/A, Basf S/A, Novartis Biociências S/A, Bosch, Coamo Cooperativa Paraná, Cocamar Cooperativa Paraná, Sta. Helena Pneus, Alcoa Alumínios, Suzuki Motos, Hotel Resort Monreale, Prefeituras, CEF, Fundação Acesita, Associação dos Distribuidores e Atacadistas de Goiás, Estância Barra Bonita-SP, Nextel, Grupo Paulista, Paratudo-Bebidas, Baw Waw Saúde Animal, Assocafé, Tele Sena, Resort Colina Verde, Shell, Ipsemg, Sindicato dos transportes, San Michel Supermercados, Unimed, etc.). 

 

Participou em Janeiro e Fevereiro de 2006 da 32º Campanha de Popularização do Teatro em Belo Horizonte, realizou em 2006 e 2007 temporada de 42 shows em SP no teatro Crouwe Plaza e Maria Della Costa.

 

Este espetáculo também conta com muita interatividade, música e motivação.

Giovani Braz tem mais de uma década de atuação como humorista e produtor. Natural de Carmo do Rio Claro passou a maior parte da vida em Poços de Caldas, no sul de Minas Gerais, onde se descobriu ator e comediante nas salas de aula da faculdade de Direito, em que é formado. Começou a trabalhar como advogado, mas seis meses depois, abandonou tudo para seguir a carreira artística. Desde 2003, faz parte do programa A Praça é Nossa (SBT), com o quadro Caixeiro do Riso, O Chefinho da Dona Dada e o bêbado Saideira, considerado um dos  sucessos do humorístico. 

 

Confira a entrevista com Giovani Braz

 

Entrevista de Giovani Braz, por ele mesmo!

 

Em primeiro lugar, porque o humor?

Bom, na verdade me considero antes de qualquer coisa um ator, poria fazer drama mais sempre gostei de fazer as pessoas mais felizes, por isso o humor. 

 

Como foi o começo da sua carreira?

Um dia eu sonhei!

Tudo começou no interior de Minas em Poços de Caldas, onde eu trabalhava como office boy de um banco e estudava...direito.

Sempre quis ser engraçadinho. Eu lembro que no banco eu recolhia os cheques pra levar pra compensação. Chegava por detrás das baterias dos caixas e ia perguntando a um por um  se eles tinham cheques. Era um saco. Então pra quebrar a monotonia da pergunta

“tem cheques”  eu comecei a brincar com a musica (kentastes) lembra? Eu chegava e dizia  “Ten chesques...ton don ron ron...ten chesques”

Todo mundo gostava, menos o gerente! E o sonho foi se tornando aos poucos realidade.

Decidi fazer teatro. A bilheteria até dava... Dava pra comprar duas pizzas, um guaraná e repartir para um elenco de 12.

Fazia teatro e trabalhava no banco até que um dia o banco me pregou o pé na bunda.  Acho que o gerente não gostava daquela musiquinha...

O Pior era depois de algum tempo encontrar os colegas do banco.

- E aí o que você esta fazendo?

- Teatro!

- Não,  de trabalho?

- Então...teatro.

Um dia encontrei com um ex-colega e eu me estressei:

- E aí o que você esta fazendo?

- Teatro!

-Não, de trabalho?

- Virei garoto de programa...e o trabalho, é foda!

Claro, brincadeira.

 

O que você espera do publico?

Que eles venham ao teatro. (risos)

 

Há quantos anos você faz humor?

A vida inteira eu fiz humor, porem ninguém queria pagar para me ouvir, depois que me profissionalizei e comecei a ter que pagar as contas com os shows aí o bicho pegou. Daquele dia pra cá tô devendo pra caramba! 

 

Como chegou a Praça é Nossa?

Já fazia meus shows no sul de Minas, então aconteceu lá o Show da Praça é Nossa com o Marcelo de Nobrega e vários humoristas. Pedi para fazer uma participação e ele como diretor do programa e do show gostou e me convidou para fazer um teste na Praça é Nossa no SBT.  Tô testando lá até hoje! Cada testada!

 

Como é trabalhar lá?

Um sonho realizado.  A Praça é Nossa é em muitas vezes alvo de brincadeiras de outros programas e as vezes comparada injustamente à grandes produções de outras emissoras. No entanto a Praça está no ar, só com o Carlos Alberto ha 22 anos. Isso significa que o programa, dentre todos os outros é um clássico é como assistir qualquer jogo entre Palmeiras e Corinthians.

Clássico é clássico!

Além de tudo é um programa comprometido com a família que esta em casa assistindo e não somente comprometido com o ibope. Isso significa que o Carlos coloca no ar o mínimo de artifícios sexuais.

“Bem que ele podia mostrar um pouquinho mais das meninas que lá trabalham, hum... seria bão demais!”

 

Qual seu tipo de humor?

Esses dias assisti o Chico Anysio dizendo que existe dois tipos de humor: O engraçado e o sem graça! Eu concordo com ele e prefiro o engraçado, seja de cara limpa, com personagem, cantando, qualquer um desde que façam as pessoas rirem, sem rotular como inteligente ou pastelão. Apenas engraçado. Se rirem deu certo, se não é drama!

 

Uma filosofia de vida?

Nós nascemos careca, pelado, sem dente e tomando porrada. O que vier é lucro!

 

Você tem projetos para o futuro?

Ter lucro! 

 

Quais são os personagens do seu show ?

O Caixeiro do Riso – Um vendedor de coisa mineiro e boa gente. A Josineide, nordestina arretada, feminista que fala mal do marido. O Gago Fafi-Falafacil. A Gil...lete, uma bichinha psicóloga muito engraçada. O bêbado Saideira, um filosofo pra lá de doido. 

 

Quantas pessoas já assistiram seu show?

Nossa, muita gente sô! Acho que mais de meio milhão.

 

Você faz stand-up?

Sim, se for convidado faço stand-up, flashen up, seven up, close-up, danape. 

 

O que fala o show?

Um espetáculo onde você vai embarcar num sonho, ser transportado por historias e viajar na alegria.

Além de piadas, imitações, personagens, musica, interatividade, cenário, figurino, luzes especiais, tem motivação.

 

Por que motivação?

Porque eu acredito que eu vim para este mundo para melhorar ou ao menos colaborar para que as pessoas tenham alegria, felicidade. E eu descobri que uma das coisas que mais traz felicidade é realizar um sonho. Então mostro às pessoas como é importante acreditar nos seus sonhos falando um pouco do meu. É impressionante ver a reação do público no final.

 

No Brasil é fácil ou difícil fazer humor?

No Brasil, nada é fácil. A não ser para alguns políticos inescrupulosos. O humor acaba sendo para mim não tão difícil, porém fazer a produção de uma peça de teatro no Brasil é dose! Como diz o ditado “tocar o piano é fácil o difícil e carregá-lo”. 

Ter um local apropriado (teatro), patrocinadores, apoiadores, divulgação, profissionais honestos e mais um monte de coisa às vezes nos faz pensar em não viajar. Mais a vontade de estar com os nossos fãs supera estes obstáculos.

 

Quem assiste o espetáculo pode esperar o que?

Pode esperar que eu chego, tá?!

E pode ter certeza que vão rir muito!

 

Quando você nasceu e onde?

26 de março de 1976, no Carmo do Rio Claro MG, mais morava em Conceição da Aparecida (Barro Preto). Eu brinco que lá é uma cidade tão pequena que o cartão postal é uma foto 3x4. E ainda mostra a zona rural. 

Eu fui retirado a fórceps, aquele ferro que gruda na cabeça da criança e puxa pra fora!

Coitadinha da minha mãe, com dor, cansada, quando eu saí, ela exausta falou pro medico:

- Doutor que isso?

- Bom você leva, se em três dias não latir, é gente!

 

Na sua família tem artistas?

Não. Lá todo mundo é normal. Todos trabalham. 

 

O que te deixa nervoso, mal humorado?

Finalizar uma entrevista sem deixar os meus contatos.

 

Então por favor coloque-os.

Vocês podem entrar no  meu site e conhecer um pouco mais da minha historia. Lá também tem vídeos é só escrever WWW. Alias lá em Minas agente não fala W, agente fala V empareado, V empareado, V empareado. Giovanibraz.com.br.  OBS: Empareado no minerêz significa “junto” (risos).

 

Pocos-Net 2017 5 2 - Anuncie Aqui Pocos-Net 2017 2



ENQUETE

Sites Poços - Net | Anuncie | Central de Denúncias | Trabalhe na Rede Sulmineira de Provedores Ltda. | Política de Privacidade
© Copyright 1996-2013, Grupo Poços-Net - Todos os direitos reservados